terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Uma puxadinha básica...

Amados, estamos juntos nessa missão, tão linda e tão exigente!
Somos catequistas inacabados, em constante estado de feitura.
Vamos lá! 
Te convido a parar por uns minutos, depois te responda:
SE VOCÊ FOSSE SEU CATEQUIZANDO(A), GOSTARIA  DE COMO CONDUZ SEUS ENCONTROS?
Tenho certeza que se fizermos esse exercício, vamos repensar nosso fazer catequético.
Respeito, cada um tem seu jeito de ser, de agir, de se comportar diante da turma, porém, todo catequista deveria correr atrás desse feedeback: estou atingindo os corações com minha maneira de falar, de olhar, de cobrar. Não estou sendo exigente demais?
Lance para seus catequizando um apelo: ESTOU
ME AJUDE A SER UM CATEQUISTA MELHOR. EM QUE POSSO MELHORAR?
Será que vão te responder ou terão medo!
Medo??? Um catequizando ter medo do catequista?? 

Vamos pensar, refletir e permitir ser moldado no modelo de catequista que Jesus foi: amável, próximo, alegre, dinâmico, gentil, sem perder sua autoridade.  
Essa é questão: USAR DE AUTORIDADE, SEM SER AUTORITÁRIO!

Fiquem com Deus!
Uma cutucadinha com amor.
Podemos melhorar sempre!

sugestões para Campanha da Fraternidade 2018

Olá amados catequistas!
Espero estejam todos animados, motivados na missão.
Quero direcionar vocês para postagens sobre a Campanha da Fraternidade de 2018, com o tema:
FRATERNIDADE E SUPERAÇÃO DA VIOLÊNCIA
lema:
"Vós sois todos irmãos" (Mt 23,8)

Oportuno essa tema abordado, não é mesmo?


Nós que atuamos como catequistas em nossas paróquias, sabemos como anda complicado ser sal, ser luz nesse mundão. 
Abrindo parenteses : As vezes encontramos dificuldades até para "sermos irmãos" no próprio grupo de catequistas, na própria comunidade. A violência não consiste só nas mais diversas guerras lá fora, a violência, muitas vezes, está muito perto de nós, está em nós. Animem-se, o tempo é de conversão.
Fechando parenteses: Todo catequista tem uma fé e uma esperança inabalável. Acreditamos na força da evangelização para mudar essa realidade. Se você catequista que me lê não tem mais esperança, pode dependurar as chuteiras. Sua missão termina quando você perde a fé e a esperança.
Quanta violência nossos catequizandos vivenciam nas ruas, nas escolas, na própria família. Quantas agressões verbais, quantos sonhos desfeitos, vidas ceifadas. Quantos de nossos catequizandos estão no meio de um fogo cruzado por ocasião da separação dos pais. Pais para se atingirem, usam do filho(a). Essa é uma violência sem tamanho, ou seria até um crime, o de alienação parental. Leiam sobre isso.
Pois bem, façamos nossa parte, vamos usar desse tema, iluminando com a Palavra de Deus. Sejamos promotores da paz.

Como não criei nada sobre a Campanha da Fraternidade, direciono vocês para os links abaixo: 

O site catequese do Brasil é da Animação Bíblico-Catequética da CNBB, tem muitas coisas boas  para o catequista:
http://www.catequesedobrasil.org.br/noticia/sugestoes-para-a-campanha-da-fraternidade-na-catequese

Esse outro link, é do blog do meu amigo Roberto, do grupo catequistas unidos, do qual faço parte:
http://catequizarcomjesus.blogspot.com.br/2018/01/atividades-de-catequese-campanha-da_30.html?m=1

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Símbolos, falam mais que muitas palavras!


Lendo esse relato, me coloquei a pensar em nossa catequese, em nossa liturgia. Hoje somos orientados a usar da via da beleza para encantar, dos símbolos, dos sinais para a transmissão da fé. Quando pensamos nossos encontros e o que vamos usar para fazer chegar ao coração de nossos catequizandos, fique certo de que tudo que preparamos, a ambientação, os símbolos usados, vai muito além do "ver", mas desperta sentimentos,,, e tudo que desperta sentimentos, normalmente deixa marcas, fica uma mensagem. Veja o exemplo dessa pequena flor, trouxe vida, devolveu a esperança...



Uma flor me devolveu a vida... 

Alguém conta: 

Descobri que estava com um tumor... Saí do consultório médico desanimada. Vendo a morte de perto, sentei-me na sarjeta e chorei. Não sabia mais o que fazer. De qualquer modo, era bom tomar as injeções prescritas. Com o endereço da farmácia especializada na mão, fui andando, procurando... Era longe. Cheguei a uma praça e sentei-me num banco. Um jardineiro estava limpando. Distraída, seguia seus movimentos. Não conseguia pensar. 

De repente — quantas coisas aconteceram nesse "de repente" —, vi a meu lado um arbusto com pequeninas flores brancas, estreladas, frágeis. Vi? O termo é desgastado demais para dizer o que se deu nesse momento. É como se o sol de repente luzisse mais forte em torno do arbusto florido. Ou será que era do próprio arbusto que emanava uma luz diferente? Ou estava a luz em meus próprios olhos, em minha mente, em meu coração? Só sei que em urna fração de segundo, vivi uma experiência fortíssima. Só havia no mundo eu e o arbusto em flor. A flor emanava vida e passou essa vida para dentro de mim. Eu comecei a viver por conta das florzinhas brancas, estreladas, frágeis do arbusto ao meu lado. A respiração, que havia como que se estancado pelo impacto, voltou, profunda. Meu sangue correu forte nas veias. Meu pensamento dizia: "Se, em toda a sua fragilidade ­, estas flores estão vivas e bonitas, por que isso não pode acontecer também com você? A vida é forte, é maior do que você." 

Porém, antes de pensar, e de forma muito mais evidente que o pensamento, meu corpo todo captou e vivenciou a vida que vinha das flores. A partir daquele momento, todo o meu ser se empenhou numa luta pela vida, minha vida, minha sobrevivência.



(do livro “Celebrar com os símbolos”, de Ione Buyst, Ed. Paulinas)